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Advocacia criminal nos Tribunais Superiores

Defesa criminal na fase do STJ e do STF: recursos, habeas corpus, memoriais, despachos presenciais e sustentação oral — escritório em Brasília, a poucos minutos dos tribunais.

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O que é atuar nos Tribunais Superiores em matéria criminal

Atuar nos Tribunais Superiores em matéria criminal é conduzir a defesa na fase do processo que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. O STJ examina se a lei federal foi aplicada corretamente, sobretudo pelo recurso especial (Constituição, art. 105, III); o STF examina ofensas diretas à Constituição, pelo recurso extraordinário (art. 102, III), que exige demonstração de repercussão geral. Nenhum dos dois reexamina provas (Súmula 7 do STJ e Súmula 279 do STF): a discussão parte dos fatos tal como fixados pelo tribunal de origem. Por isso a maior parte dos recursos é decidida antes do mérito, no juízo de admissibilidade, e quase tudo recebe primeiro uma decisão individual do relator, que pode ser levada ao colegiado por agravo regimental. Quando a questão é a liberdade ou o trancamento de uma investigação ou ação penal, a via costuma ser o habeas corpus; quando o recurso especial foi barrado no tribunal de origem, o caminho é o agravo em recurso especial.

Como conduzimos a fase decisiva do processo

01

Análise do caso

Estudo dos autos e diagnóstico honesto: quais teses têm viabilidade real nos Tribunais Superiores — e quais não têm.

02

Estratégia da fase

Escolha das vias (recurso, HC, medidas), na ordem e no momento certos, com base na jurisprudência viva das Turmas Criminais.

03

Condução completa

Peças, acompanhamento de pauta, memoriais, despachos nos gabinetes e sustentação oral — presencialmente, em Brasília.

Qual recurso ou medida cabe contra qual decisão

Um mapa das vias mais comuns na fase dos Tribunais Superiores em matéria criminal. A via exata depende da leitura da decisão.

DecisãoMedida cabívelTribunalPrazoBase legal
Acórdão do TJ ou TRF que aplica mal a lei federalRecurso especialSTJ15 dias corridosCF, art. 105, III; CPC, arts. 1.003, § 5º, e 1.029; CPP, art. 798
Acórdão do TJ ou TRF que ofende diretamente a ConstituiçãoRecurso extraordinário, com preliminar de repercussão geralSTF15 dias corridosCF, art. 102, III, “a”, e § 3º; CPC, art. 1.035
Acórdão com omissão: tese da defesa não examinadaEmbargos de declaração (base do prequestionamento)O próprio tribunal que julgou2 diasCPP, art. 619; CPC, art. 1.025
Presidência ou vice-presidência do TJ/TRF não admite o recurso especialAgravo em recurso especial (AREsp)STJ15 dias corridosCPC, arts. 1.030, V, e 1.042; CPP, art. 638
Presidência ou vice-presidência do TJ/TRF não admite o recurso extraordinárioAgravo em recurso extraordinário (ARE) — um agravo para cada recurso inadmitidoSTF15 dias corridosCPC, art. 1.042, caput e § 6º
Tribunal de origem nega seguimento por aplicar tese de recurso repetitivo ou de repercussão geralAgravo interno (não sobe ao tribunal superior)O próprio TJ ou TRF—CPC, arts. 1.030, I, e 1.021
Decisão individual (monocrática) de relator no STJ ou no STFAgravo regimentalColegiado do próprio tribunal5 diasLei 8.038/1990, art. 39
TJ ou TRF denega habeas corpus em julgamento colegiadoRecurso ordinário em habeas corpus (RHC) ou novo habeas corpusSTJ5 dias (o habeas corpus em si não tem prazo)CF, art. 105, II, “a”
STJ denega habeas corpus em julgamento colegiadoRecurso ordinário em habeas corpus ou novo habeas corpusSTF5 dias (o habeas corpus em si não tem prazo)CF, art. 102, II, “a”
Relator indefere a liminar em habeas corpusEm regra, não cabe novo habeas corpus contra essa decisão; aguarda-se o julgamento de mérito——Súmula 691 do STF

Em matéria penal, os prazos correm em dias corridos, em contagem contínua (CPP, art. 798). O traço (—) indica dado que não se aplica ou que depende do caso; a via e o prazo de cada caso são definidos na leitura da decisão. Conteúdo informativo: não substitui a análise do processo.

João Rezende — Rezende Advocacia

Quem conduz

O escritório é liderado por João Rezende — mestrando em Direito pela UnB, Presidente da Comissão de Atuação Criminal nos Tribunais Superiores da OAB/DF (2025–2027) e do Instituto de Jurisprudência Criminal (IJCrim), com atuação diária no STJ e no STF em casos criminais complexos, inclusive de repercussão nacional.

A equipe reúne experiência em gabinetes e na advocacia criminal especializada, com rotina presencial nos tribunais: protocolo, memoriais, despachos e sustentação oral. Conheça o perfil completo de João Rezende.

Atuação registrada pela imprensa

João Rezende em palestra sobre jurisprudência criminal da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça
João Rezende em palestra sobre habeas corpus e medidas cautelares no processo penal
CNN Brasil — cobertura de caso criminal acompanhado pelo escritório
João Rezende entrevistado pelo STJ Notícias, da TV do Superior Tribunal de Justiça, sobre Direito Penal
João Rezende ao vivo na CNN Brasil, como advogado do General Freire Gomes, sobre o caso do suposto plano de golpe
João Rezende entrevistado pela TV Justiça sobre atuação em Direito Penal

CNN Brasil · STJ Notícias, da TV do Superior Tribunal de Justiça · TV Justiça · palestras sobre a jurisprudência criminal do STJ

Registros públicos da imprensa sobre casos em que o escritório atuou.

Conheça quem vai conduzir a análise

João Rezende em entrevista: a rotina de quem atua todos os dias, presencialmente, no STJ e no STF.

Entrevista concedida em São Paulo · 1 minuto

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Perguntas frequentes

Meu processo ainda está no tribunal do meu estado. Já é hora de procurar o escritório?

Muitas vezes, sim: a fase dos Tribunais Superiores se prepara antes — na apelação e nos embargos. Quanto antes a análise, mais caminhos permanecem abertos.

O escritório atua em parceria com advogados?

Sim, com escritórios de todo o país: o advogado de origem mantém o cliente e a condução local; entramos com a técnica da fase do STJ e do STF.

Atendem casos de todo o Brasil?

Sim. A fase dos Tribunais Superiores concentra-se em Brasília, onde estamos.

Qual a diferença entre o STJ e o STF em um processo criminal?

O STJ examina se a lei federal foi corretamente aplicada, e a via típica é o recurso especial (Constituição, art. 105, III). O STF examina ofensas diretas à Constituição, pelo recurso extraordinário (art. 102, III), que exige preliminar formal de repercussão geral. Se, para chegar à Constituição, é preciso antes interpretar uma lei federal, a ofensa é reflexa e a matéria é de recurso especial (Súmula 636 do STF). Quando o acórdão se apoia em um fundamento constitucional e outro infraconstitucional, cada um suficiente para mantê-lo, os dois recursos precisam ser interpostos (Súmula 126 do STJ).

O STJ ou o STF podem reavaliar as provas do meu processo?

Não. O recurso especial não se presta ao reexame de provas (Súmula 7 do STJ), e o recurso extraordinário também não (Súmula 279 do STF). O que esses tribunais admitem é a revaloração jurídica: atribuir consequência jurídica diferente a fatos que o próprio tribunal de origem já fixou no acórdão. Por isso, nesta fase, a defesa trabalha sobre o que o acórdão registrou, e não sobre a prova em si — é essa distinção que costuma separar o recurso conhecido do recurso barrado.

O ministro decidiu sozinho. Isso é normal? Cabe recurso?

Sim, é o padrão hoje: no STJ e no STF, quase todos os recursos e habeas corpus recebem primeiro uma decisão individual (monocrática) do relator. Contra ela cabe agravo regimental, que leva o caso ao colegiado do próprio tribunal; em matéria penal, o prazo é de 5 dias (Lei 8.038/1990, art. 39). O agravo precisa enfrentar, um a um, todos os fundamentos da decisão agravada.

Recurso ou habeas corpus: qual o caminho no STJ e no STF?

Depende do que se ataca. O recurso especial e o recurso extraordinário discutem o acórdão e passam por um filtro rigoroso de admissibilidade, explicado na página sobre recurso especial não admitido. O habeas corpus serve para ilegalidades demonstráveis sobre fatos incontroversos, já documentados, sem necessidade de produzir prova — tema da página sobre habeas corpus negado. O STJ não admite a tramitação simultânea de recurso e habeas corpus contra o mesmo ato, por isso a escolha da via é feita antes de qualquer medida.

Como começa o atendimento?

Pela triagem inicial no botão acima — poucas perguntas, e a equipe direciona o atendimento com a prioridade adequada.

A fase mais técnica do processo pede o cuidado certo

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